Trabalhar no Youtube
Google, Sites

YouTube está contratando no Brasil

Trabalhar no Youtube

YouTube espera poder contratar várias pessoas em 2011, o site tem planos para aumentar o seu pessoal em 30% em todo o mundo. E sim, o Brasil está incluso!

O site de vídeos que é propriedade do Google desde 2006 tem dezenas de posições abertas em todas as áreas. Apesar de que a maior parte de vagas abertas são para profissionais na área de publicidade e suporte ao cliente. Atualmente a empresa possui cerca de 650 funcionários. Um aumento de 30% significaria que YouTube poderia contratar cerca de 200 funcionários este ano.

Então se você acha que tem capacidade para trabalhar na sede do Google Brasil no YouTube, veja abaixo as vagas disponíveis no Brasil:

Não é de hoje que o YouTube está dando origem a um conjunto mais diversificado de rostos e vozes todos os dias. E pelo que você pôde ver no vídeo, todos eles estão muito felizes em trabalhar no Youtube.

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via [Tecnoblog & Mashable]

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Google Sloppy
Google

Já imaginou usar o Google com preguiça? Conheça o Google Sloopy

Google Sloppy

E se o seu motor de busca bocejou quando você digitou em uma consulta? E se ele errar a grafia das palavras que você digitou, de modo que a sua procura por “bola” resulte em uma busca por “obla”? Se isso acontecer com você, é porque você está usando o Google Sloppy.

“A máquina não é perfeita, ela comete erros, e ele precisa de descanso assim como todos”, escreve Chein. “Ter um Google preguiçoso é surpreendentemente reconfortante para alguns!”

A ideia é de um garoto chamado Yuin Chien, um estudante na Pasadena’s Art Center College of Design. O conceito do site é simples, tentar mostrar que ele está sendo executado por três operadores humanos – um que está adormecido, outro que erra na hora de digitar, e um estagiário inexperiente e incompetente.

 

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Android

Fragmentação e Customização: O Lado Negro do Android

Todos sabem como funciona o sistema de atualização dos produtos da Apple. Aparece uma mensagem bem bonita na sua tela avisando sobre a atualização, que na verdade quer dizer isso: “Ei você! O produto que você pagou caro para ter, tem uma versão nova que torna a velha muito obsoleta. Quer continuar usando? Aperte ‘sim’!”

Sim, fui meio “cruel” ao descrever o sistema de atualizações da Apple (seja para Macs ou produtos que rodem iOS), porém vocês vão achar isso um elogio ao lerem a descrição das atualizações Android, que possuem duas versões.

Primeira: “Ei você! Saiu uma atualização para o seu smartphone, então aproveite logo porque essa é a última, e sim, vem com todas aquelas alterações que você não gosta, mas você sabia disso quando comprou, então aperte sim!”

Segunda: “Olha, seu smartphone não terá mais atualizações. Sim, sabemos que você pagou caro por ele, mas não é problema nosso. Se quiser um produto atualizado, compre outro.”

Obviamente que isso não é dito – nem será – dessa forma, mas sim educada e singelamente, como: “Seu hardware não aguenta essa versão” (quando, muitas vezes, ele aguenta) ou “A quantidade de usuários do seu smartphone é pequena, o que torna custoso atualizá-los, nos desculpe.”

Androids: Tem de todos os tipos

A fragmentação Android é realmente um grande problema, não só para os usuários finais que se preocupam com atualizações, mas também para os desenvolvedores. Afinal, criar um aplicativo para um software já obsoleto – mesmo num sistema aberto, diga-se de passagem – custa tempo e dinheiro, e muitas das vezes, não há retorno. Já não bastasse o problema das diferenças de tela, que os desenvolvedores de iOS encontraram apenas agora com o lançamento do iPad. No caso do usuário final, o problema é consequente do problema dos desenvolvedores. Se você possui um smartphone com um sistema obsoleto, não terá muitos aplicativos a sua disposição (nem mesmo os oficiais, pois muitas vezes, os próprios aplicativos da Google são para Android 2.x +).

Mas de quem é a culpa?

Não é da Google, isso eu tenho certeza. Ela  não deixa de atualizar o sistema, pelo menos uma vez ao ano temos uma nova versão do mesmo. A grande culpada mesmo, são as empresas que visam o lucro e pouco se importam com o consumidor, pois elas simplesmente adotaram o dogma de atualizar a linha de smartphones Android com novos aparelhos. Afinal, quem compraria um Milestone sem atualização ao invés de um Milestone 2 com a não-tão-nova-assim versão Froyo (2.2) ?

Tá, eu sei que a fragmentação é um problema, e blá, blá, blá. Mas sabe o que mais dá ódio no Android? Sim, elas, as customizações!

Além de a Google permitir que as fabricantes não atualizem os smartphones, tornando isso completa responsabilidade da mesma, ela ainda permite – pelo fato do Android ser um sistema aberto – que as empresas realizem customizações, que prometem aprimorar a experiência do usuário. Algumas realmente cumprem essa promessa, como o TouchWiz da Samsung que é bem “leve” e simplifica realmente a experiência “complicada” (obviamente em relação ao iOS) do Android.

O problema são as customizações que além de atrasarem – e muito! – atrapalham a experiência como, por exemplo, o Motoblur da Motorola, que só faz de útil agregar os contatos das suas redes sociais com os contatos da sua agenda telefônica, porém não permite alterar nome de contatos e tudo mais. Além disso, a interface sempre é carregada, quando se aperta o botão “home”, atrasando muitas tarefas.

Acho que já está mais do que na hora da Google se impor. Obrigar as fabricantes a manter as atualizações até – no mínimo – o hardware do smartphone se tornar obsoleto. Porque senão, a única opção para nós, usuários do android, de ter uma atualização frequente, é comprar os Google Phones, que mesmo sendo muito bons, tiram aquele efeito de “Android é para todos”, pelo fato de serem exclusivamente feitos com a experiência “Pure Google“, e passam a ser apenas uma Apple de Código Livre.

 

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Android, Apple, Google

Google Vs. Apple : A briga é deles ou nossa?

No ano de 2007 a Apple nos apresentou o iPhone, que mudaria para sempre o modo como vemos o telefone. As pessoas ficaram impressionadas, com a facilidade de usar algo que só era visto em filmes, e como ele ajudava não só a organizar-se pessoalmente, como fluía muito bem para as empresas. A Google não quis ficar para trás, e algum tempo depois lançou o sistema operacional Android, cujo smartphone que o carregava era o G1 da T-Mobile.

Claro, sei que antes tinhamos o Symbian – pioneiro em multi-tarefa e outras funções que os SO móveis só pensariam a aderir anos depois -, porém o sistema ficou… Atrasado, vamos dizer assim, pois a experiência com ele não é de todo ruim, porém merece melhorias para acompanhar o mercado de hoje. Mas isso é assunto para outro dia…

Meu foco agora é na Google e na Apple. Sei que a Microsoft lançou “recentemente” o Windows Phone Seven, para entrar na briga de sistemas móveis, e temos também o MeeGo da Intel+Nokia, porém sabemos que o maior destaque é do Android e do iOS.

Dogmas:

Ambas as plataformas, tem conceitos totalmente diferentes. De um lado, o Android – um SO móvel livre – feito para qualquer fabricante que quiser adotá-lo, podendo o mesmo (além da obvia economia que terá, não precisando fabricar um SO próprio, que custa muito dinheiro, não é Nokia?) alterá-lo ao seu belprazer – trazendo a tona a odiada fragmentação que atrasa bastante algumas atualizações -, como realmente acontece no caso da Motorola (Motoblur), Samsung (TouchWiz), entre outras. Tendo até sua loja de aplicativos aberta para qualquer desenvolvedor com tempo livre – ou não – sem a necessidade de aprovação prévia.

A Apple pensa completamente ao contrário, acreditam que fica mais fácil inovar num ambiente fechado. O iOS só roda em gadgets da maça (iPhone, iPod e iPad) e ser um desenvolvedor não é barato, porém admito, isso estimula bastante um produto final de qualidade, que na maioria das vezes só é visto nos aplicativos Android que também possuem versão para iOS.

A Briga:

A Google, com seu slogan de “Não Seja Mau”, não viu problema algum em oferecer seus aplicativos oficiais para a plataforma inimiga, com um belo discurso de que ela pensa no usuário, não importa onde que ele esteja. A Apple – cujo slogan definitivamente não é: não seja mal – tratou de fazer algumas restrições, chegando até a bloquear o aplicativo Google Voice, alegando – vejam só – problemas de privacidade. Depois veio a tentativa falha da Apple de tentar comprar a AdMob, cujo a Google fez por U$$ 750 milhões. Logo depois, veio o susto que a Apple tomou ao descobrir que os smartphones Android passaram o iPhone em vendas nos EUA. E por ai foi, brigas atrás de brigas, processos, etc.

Público-Alvo:

Quem é o publico alvo do iOS? E quem é o do Android? Alguns blogueiros fazem piadas dizendo que Android é o smartphone dos geeks, enquanto o iOS é pra qualquer um – que possa pagar, obviamente – que queira.

Na verdade, não há um público-alvo específico entre essas duas plataformas (ao contrário do BlackBerry, voltado ao mercado corporativo) o que leva a briga Google versus Apple a um outro nível, raramente visto no mercado – seja ele qual for -, a briga de usuários.

Qualquer usuário, desde desenvolvedores até os famosos usuários finais (aqueles que, com o perdão da frase, não querem nem saber como e quão trabalhoso foi fazer aquele produto, querem apenas resultados) estão “brigando” hoje, buscando argumentos para dizer: Qual é o melhor sistema móvel? Qual é a melhor empresa? Isso em qualquer meio de comunicação, seja redes sociais, blogs, jornais, revistas, televisão, happy hours, etc.

De um lado os MacFags e alguns usuários não-tão-fanáticos-assim pela empresa, mas que gostam de seus produtos. Do outro, os fiéis defensores do código livre. Todos tem argumentos, sendo que sempre aparecerá algum que supere o outro.

Então, o que podemos dizer? De quem é essa briga? Nossa ou deles? Sinceramente? Sempre será de todos nós, pois uma briga depende da outra para acontecer. As empresas só podem brigar se houver público que utilize seus produtos, e os usuários só podem brigar quando um produto bom tiver um concorrente a altura – afinal, que argumentos teria um usuário de um notebook da CCE em par ao um usuário de um MacBook Pro? Creio que só um: “Ah, mas ele roda Windows 7!”, e esse argumento, caro leitor, levaria essa briga mais longe ainda.

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Google

Google Instant: promete, mesmo?

No começo do mês o Google apresentou o Instant Search, recurso que promete diminuir alguns segundos gastos em pesquisas conforme o usuário digita. Contudo a empresa Conductor, fornecedora de ferramentas para melhorar SEO e marketing, afirma que o Instant não é tão impactante quanto o esperado.

Foram analisados 10 grandes sites, com uma base de 880 mil visitas antes e depois do lançamento do Instant – sendo que houve agrupamento de palavras. Conclui-se que: o tráfego permanece o mesmo semana, pós-semana.

A função é novíssima e fora implanta até o momento em pouquíssimos países, muitos usuários estão acostumados ao “Enter”. Fico imaginando qual será a reação dos brasileiro ao se deparar com o Instant. Previsível que muito não gostaram…

Via [Read Write Web]

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Google

Google Instant e Scribe, poupando o tempo

Google Instant

Com a promessa de encurtar o tempo de buscas, o Google apresentou hoje o Instant. Agora teremos buscas instantâneas na medida que digitamos. Atualmente gasta-se cerca de 24 segundos procurando algo, 9 segundos na digitação e mais 15 segundos na escolha do resultado.

De acordo com o Google serão reduzidos algo entre 2 e 5 segundos, usando 11 tecnologias diferentes. Inicialmente o recurso será implantado em 7 países, são eles: Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Rússia. Em breve haverá adesão à dispositivos móveis.

O Google Instant filtra pornográfica, violência, uso de drogas, entre outros temas para maiores de idade. Tendo que clicar no botão Search ou teclar Enter.

Limitado aos seguintes navegadores: Chrome 5+, Firefox 3+, Safari 5+ e Internet Explorer 8+.

Google Scribe

Outra novidade apresentada foi o Google Scribeo completador randômico de palavras, poupando outros bons segundos das nossas vidas. O Scribe tentará decifrar qual será a palavra a ser completada, mostrando uma lista de sugestões. Disponível momentaneamente em inglês.

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via [Google Discovery] [Gizmodo]

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